Uma política. Todos os agentes.

Defina regras organizacionais de forma central e aplique em todo o seu ecossistema de agentes.

Políticas não deveriam depender de frameworks.

Um requisito de conformidade não deveria exigir implementações separadas para cada departamento e tecnologia. Quando a mesma regra é reescrita em cada time, ela deixa de ser uma regra e vira várias versões dela, e a auditoria precisa conferir todas.

Defina regras para o que importa.

Segurança

Regras que impedem um agente de expor credenciais, segredos ou dados de outro tenant.

Acesso

Quais agentes podem falar com quais sistemas, em qual ambiente e sob qual identidade.

Modelos

Quais modelos são permitidos por caso de uso, com limites de custo e de contexto.

Ferramentas

Quais ferramentas cada agente pode chamar, e quais exigem confirmação humana antes da execução.

Dados sensíveis

Como dados pessoais e regulados são mascarados, retidos e registrados.

Conformidade

Requisitos setoriais como regra executável, escrita a partir da planilha do compliance, com uma citação legal por regra.

Aprovações

Quando a execução para e espera uma pessoa, e quantas pessoas precisam aprovar.

Requisitos organizacionais

Políticas internas que valem para toda a frota, independentemente de quem construiu o agente.

Defina uma vez. Aplique em todo lugar.

Aplique políticas entre agentes sem reconstruir cada implementação individualmente. Quando um agente tenta chamar uma ferramenta, buscar um dado ou usar um modelo, a chamada passa pela regra da organização antes de sair: se a regra bloqueia, ela não sai; se exige aprovação, a execução para e espera uma pessoa; se permite, segue, e o registro fica.

Política aplicada na fronteira, em vez de desculpada depois: tetos de gasto, quatro olhos em ações sensíveis e kill-switch por tenant.

A regra de negócio vive na regra. Não no prompt.

A política decide se uma chamada pode sair. A regra de negócio decide o que o agente faz com o caso: quanto oferecer, quem aprova, qual faixa se aplica. Ela sai do prompt e vai para um motor de regras, em quatro passos.

A planilha do jurídico

Tabelas de decisão escritas por quem é dono da regra.

Uma forma intermediária

Canônica e versionada, com agregação e quantificadores.

Um motor atrás de uma porta

O motor de regras é um adaptador, substituível por contrato, e não um lock-in.

decide, tipado

O agente chama a regra pela linguagem, e um id de decisão cai na trilha.

Quando o regulador pergunta por quê, a resposta é uma regra com número, não um prompt.

O AgentOS para operações reguladas.

Um Agent Kernel que escalona, isola, persiste, protege e contabiliza cada agente que roda sobre ele, em escala massiva, inclusive na nuvem da própria instituição.

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