Um kernel que escalona, isola, persiste, protege e contabiliza cada agente, uma linguagem cujos efeitos são as chamadas de sistema do kernel, e packs por setor.
O agente escolhe o caminho: qual ferramenta chamar, qual dado buscar, como responder.
Essa parte é probabilística, e é o que torna o agente útil.
O que ele pode alcançar não é escolha dele: sistemas, dados, modelos e limite de gasto são regra da organização.
A regra é avaliada fora do agente, antes da chamada sair.
O agente decide dentro do limite. O limite continua sendo da empresa.
Num framework, o código de cada time. Numa plataforma gerenciada, o serviço, nos limites dele. No AgentOS, o kernel, com checkpoint a cada passo e replay.
Num framework, no prompt ou no código. Numa plataforma gerenciada, nas políticas do fornecedor. No AgentOS, num motor de regras, versionado e explicado.
Num framework, com um projeto de infraestrutura à parte. Numa plataforma gerenciada, pelo que o serviço cobra. No AgentOS, com atores e sharding, nativos do runtime.
Num framework, ferramentas de terceiros. Numa plataforma gerenciada, consoles separados. No AgentOS, o mesmo kernel: passaporte, trilha e kill-switch.
Num framework, é outro projeto. Numa plataforma gerenciada, outro produto. No AgentOS, mais um canal do mesmo agente.
Num framework, com um novo sprint. Numa plataforma gerenciada, com uma ferramenta de otimização à parte. No AgentOS, o próprio sistema mede, propõe e prova.
Num framework, onde o time montou. Numa plataforma gerenciada, na nuvem do fornecedor. No AgentOS, pode ficar na nuvem do cliente.
Governança, políticas, segurança, observabilidade, auditabilidade e FinOps.
Execução, orquestração, paralelismo e gestão de recursos.
Criação de agentes, workflows, ferramentas e modelos.
Sistemas corporativos e agentes de outros frameworks, que apontam modelo, ferramentas e invocações para a Tessera.
Renegociação, sinistro, onboarding, atendimento, e agentes de terceiros sob a mesma governança.
Matiq, com compilador, tipos e avaliação; Studio, CLI e depurador.
Cada efeito da linguagem, de uma chamada de modelo a uma aprovação humana, é uma chamada ao kernel.
Escalonador, gerência de memória, persistência e segurança.
Gateway de modelos, motor de regras, trilho de eventos, auditoria, custo e valor, voz.
Adaptadores para barramento corporativo, MCP, A2A, canais e provedores de modelo, fala e armazenamento.
Uma coisa só: o efeito da linguagem é o passo do kernel, e esse passo é o span, o evento e o checkpoint.
Escrever call ou decide cria um passo durável, e o replay e a trilha vêm junto.
Subagentes são atores filhos, e parar um agente para a árvore inteira.
Um aspecto declarado governa gateway, ferramentas, entrada, voz e memória.
O que mantém uma frota de agentes de pé em produção, do que ela faz ao que ela custa, e da primeira run à milésima.
Agentes introduzem uma nova unidade operacional. A Tessera entende agentes, execuções, prompts, modelos, ferramentas, políticas, tokens e decisões como entidades de primeira classe, e não como linhas espalhadas em logs de serviço.
Inspecione execuções, prompts, modelos e ferramentas, lado a lado.
Meça latência e falha por agente, não por serviço, com a causa.
Investigue comportamento sem remontar logs desconectados de sistemas diferentes.
Trate execuções e prompts como entidades, não como serviços, com histórico próprio.
Entenda como as cargas de agentes consomem modelos e infraestrutura em toda a organização. Acompanhe uso e custo no nível em que o seu negócio realmente opera, e descubra cedo qual agente custa mais do que entrega.
Acompanhe consumo por agente, time e departamento, ao longo do mês.
Compare custo entre modelos, workflows e ambientes, na mesma escala.
Defina limites antes de a fatura virar surpresa no fechamento do mês.
Atribua cada real ao time que gerou o consumo, sem rateio arbitrário.
Um AgentOS corporativo fica no caminho crítico das cargas de produção. No Tessera Runtime, cada execução é um ator num cluster, com checkpoint a cada passo: retoma de onde parou, de forma idêntica, e o paralelismo cresce sem código de concorrência.
Execute cargas concorrentes com uso eficiente de recursos, mesmo no pico.
Promova revisões entre ambientes com a mesma política, do teste à produção.
Reverta para a revisão anterior sem perder a trilha do que aconteceu.
Escale o paralelismo sem multiplicar a infraestrutura na mesma proporção.
A Tessera foi desenhada para organizações em que segurança, governança, rastreabilidade e conformidade são requisitos de produção, e não etapas de revisão no fim do projeto. Os controles abaixo valem para todo agente que roda sob a Tessera, qualquer que seja o time que o construiu.
Regras definidas no nível da organização e válidas em todo agente que executa.
Quais agentes alcançam quais sistemas, dados e ferramentas, e sob qual identidade.
Ações críticas param antes de executar e esperam uma pessoa autorizada.
Registro do que cada execução fez, com a configuração que estava ativa na hora.
Desenvolvimento, homologação e produção separados por credenciais e por política.
Como dados sensíveis são mascarados, retidos e expostos a modelos externos.
Quem alterou prompt, política ou versão, quando, e o que a mudança provocou.
Segredos, credenciais e chaves fora do código e fora do alcance do agente.