Uma linguagem para escrever agentes.

Uma linguagem de programação escrita para agentes: tipos que o compilador checa antes do deploy, e todo efeito, seja chamada de modelo, ferramenta, espera ou aprovação, explícito no código.

O que o agente faz está escondido em como ele roda.

Um agente escrito em código de propósito geral mistura duas coisas: o trabalho que ele deve fazer e a engrenagem para a máquina fazê-lo. Quem responde pelo trabalho nem sempre lê a engrenagem, e quem lê a engrenagem nem sempre sabe qual era o trabalho.

Prompt ou Matiq, o mesmo agente.

Você escreve o agente em Matiq ou desenha no Studio: fluxo, código e teste são visões do mesmo artefato, e o canvas é o código.

O compilador checa o contrato, e o que muda na declaração muda no fluxo, com versão, dono e política desde o primeiro dia.

Por que uma linguagem para agentes.

Quando o agente é descrito numa linguagem feita para ele, o que ele faz deixa de ficar espalhado pelo código que o executa.

Legível

Quem responde pelo agente lê o que ele faz.

Intenção à parte

O que o agente faz, separado de como executa.

Revisável

Cada mudança é texto: comparável, revisável, aprovável.

Simples

Lida por quem responde pela regra.

Errado antes de ficar caro.

Tipos antes do deploy

Tipos graduais checados antes do deploy: um contrato quebrado falha na compilação, não em produção nem depois de o modelo gastar um token.

Efeitos explícitos

Toda chamada de modelo, ferramenta, espera ou aprovação está escrita no código, e cada uma é uma fronteira de replay.

Decimal nativo

Dinheiro aqui não é float: valores monetários usam o tipo decimal da própria linguagem.

Lida pelo compliance

Uma jornada é curta o bastante para que o dono da regra a leia. É isso que torna a revisão real, e não teatral.

Por que o nosso time é apaixonado pela Matiq.

Porque ela nasceu de uma história que a gente admira: a de uma programadora que, nos anos 1950, decidiu que a máquina precisava entender quem descreve o trabalho, e não o contrário. A Matiq leva essa ideia para os agentes.

Viemos para mudar o jeito como agentes são escritos: menos engrenagem para quem constrói, mais clareza para quem responde por eles.

Vista a Matiq.

Camisetas, bonés e canecas para quem escreve agentes, ou só gosta da história.

Escreva o próximo agente na linguagem de quem descreve o trabalho.

Um agente pode ser prometido como pronto, porque quem o verifica é o compilador, não um time de serviços.
O AgentOS para operações reguladas.

Um Agent Kernel que escalona, isola, persiste, protege e contabiliza cada agente que roda sobre ele, em escala massiva, inclusive na nuvem da própria instituição.

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