Enxergue agentes como agentes.

Entenda execuções, prompts, modelos, ferramentas, políticas, tokens, latência e comportamento por uma camada de observabilidade feita para sistemas agênticos.

Monitoramento de infraestrutura não foi feito para agentes.

O monitoramento tradicional diz se a infraestrutura está saudável. Operar agentes exige entender o que o agente de fato fez: qual caminho seguiu, qual ferramenta chamou, qual regra foi avaliada e quanto aquilo custou. Um servidor saudável pode estar rodando um agente que erra.

Aqui o trace não é instrumentação acrescentada: cada passo do agente já é o span, o evento e o checkpoint. Um passo alimenta o trace, o ledger de custo, a trilha e a memória.

Acompanhe os sinais que descrevem o comportamento dos agentes.

Agentes

Qual agente executou, em qual versão e sob qual responsável.

Execuções

Cada run do início ao desfecho, com o caminho que percorreu.

Tarefas

As unidades de trabalho dentro de uma execução, incluindo subagents.

Prompts

O prompt exato que foi enviado, não o template que o gerou.

Modelos

Qual modelo respondeu, com quais parâmetros e a que custo.

Ferramentas

Quais chamadas saíram, com quais argumentos e o que voltou.

Políticas

Quais regras foram avaliadas e qual delas bloqueou.

Tokens

Consumo por execução, agente, time e ambiente.

Latência

Onde o tempo foi gasto, etapa por etapa e não só no total.

Resultados

O desfecho da execução, e se ele atendeu o que foi pedido.

Esperas

Toda espera pendente, por documento, callback ou aprovação, visível no console. A espera que ninguém vê é o incidente das três da manhã.

Uma frota, não um piloto.

Execuções, custo e latência juntos

Execuções ativas, taxa de sucesso, p99 e gasto de tokens por agente e por tenant. Telemetria atrelada a dinheiro, não só a logs.

Saúde da frota por agente

Um agente doente aparece pela taxa de erro e pelo custo antes de virar incidente, com incidentes e alertas de orçamento ao lado das métricas.

Aprovações são sinal operacional

Os pedidos de quatro olhos pendentes são contados junto das métricas. Governar faz parte de operar a frota.

A execução que terminou bem e custou dez vezes mais.

01

O agente devolveu a resposta certa, e para o monitoramento tradicional está tudo bem.

02

No caminho ele repetiu a mesma busca onze vezes.

03

E escalou para um modelo caro numa tarefa trivial.

04

Enxergar agente como agente é ter a execução como unidade. É onde 'por que ficou caro' tem resposta.

Não basta saber que algo aconteceu. Entenda o que o agente fez.

O AgentOS para operações reguladas.

Um Agent Kernel que escalona, isola, persiste, protege e contabiliza cada agente que roda sobre ele, em escala massiva, inclusive na nuvem da própria instituição.

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