Rastreie, investigue e reproduza execuções individuais com o contexto necessário para prestação de contas corporativa.
Para cada execução, entenda todo o contexto por trás dela: o que foi decidido, com qual configuração e sob qual regra, guardado no momento em que aconteceu, e não remontado depois.
Qual modelo participou?
Quais políticas foram aplicadas?
Quais recursos foram acessados?
Quanto a execução consumiu?
O que aconteceu?
Execução determinística significa que uma decisão pode ser reproduzida de forma idêntica meses depois, e não aproximada a partir de logs. O estado em cada passo é o real, com checkpoint confirmado antes do passo seguinte. Quando o regulador pergunta o que aconteceu, a resposta é a própria execução.
O registro guarda a versão, o prompt e as políticas que estavam ativas naquela execução.
Os passos ficam numa barra, o estado de cada um é o real, e dali dá para reproduzir, bifurcar ou retomar.
A linha de auditoria traz o id da regra, não um parágrafo de prompt.
A execução pausa aguardando aprovação humana e sobrevive até alguém decidir.
Append-only, garantida no banco de dados e exportável ao SIEM. Adulteração é detectável, não só desencorajada.
Esquecer o conteúdo de um titular deixa de pé toda métrica, linha de custo e registro de auditoria.
Breakpoint num nó, pausa do operador em todo o cluster, viagem no tempo e fork.
Tokens reais por execução, gravados num registro que sobrevive a reinício.