Políticas, autorização, auditoria e rastreabilidade para os times responsáveis por manter a adoção de agentes dentro das fronteiras da organização.
Quando cada departamento protege os próprios agentes, a organização acaba com tantos modelos de segurança quantos frameworks estiverem em uso. Um requisito aprovado uma vez não deveria precisar de implementação separada para cada tecnologia.
Política aplicada na fronteira, antes da chamada, em vez de explicada depois.
Defina uma vez. Aplique em todo lugar.
Aplique requisitos de segurança de forma central, não time a time.
Defina quais agentes alcançam quais modelos, ferramentas, dados e sistemas.
Mantenha rastreabilidade sobre mudanças de configuração e execuções.
Entenda como um agente evoluiu e quem o alterou.
Controle de acesso por papel, isolamento por tenant e dados cifrados por titular.
Identidade por versão, digest do artefato, finalidade declarada e aprovação.
Ferramentas e dados declarados; credenciais do cofre, no escopo e na hora.
Pausa e aprovação são efeitos da linguagem, ask e approve, escritos no código.
Guardrails, orçamento, teto de tokens e política, aplicados em execução.
Trilha append-only encadeada por hash, com id de decisão e cada efeito externo.
Contrato de ferramentas fail-closed, limites e avaliação contínua.
Pausa, passo a passo, breakpoint e um kill switch que cancela execuções em voo.
Passaporte do agente: uma ficha por agente e ambiente, cada resposta marcada como declarada, aplicada ou não coberta. O deploy para produção é bloqueado se o passaporte não permite.
Três formas de implantar: nuvem compartilhada, isolamento por tenant ou dedicado na conta da própria instituição, com as chaves dela e um papel que ela pode revogar.