Crie controle organizacional sem tirar a autonomia dos times que constroem agentes.
Controle organizacional sobre cada agente em produção, sem transformar cada mudança em uma fila de aprovação. A organização define quem responde por cada agente e o que ele pode fazer; os times continuam publicando no ritmo deles, dentro desses limites.
Mantenha visibilidade sobre agentes, responsáveis, ambientes, versões e status.
Todo agente tem dono e um passaporte por ambiente, com cada resposta marcada como declarada, aplicada ou não coberta. Se o passaporte não permite, o deploy para produção é bloqueado.
Gerencie permissões, recursos e fronteiras. A aprovação é uma etapa do fluxo, com validade e público próprios: quatro olhos faz parte do desenho do agente, não é um hook acrescentado depois de um incidente.
Mantenha um histórico rastreável de prompts, políticas, configurações e versões.
Conecte governança ao runtime: pausa, passo a passo, breakpoint, e um kill-switch que cancela as execuções em voo, por tenant.
A mesma política, o mesmo passaporte e a mesma trilha, aplicados no gateway de modelos, no proxy de ferramentas e no trace.
Uma ação sensível espera por duas pessoas, com prazo. Ninguém decidiu a tempo? É negada. Nada depende de alguém lembrar.
Quem pediu, qual regra, quem aprovou e por quê, encadeado por hash e reproduzível. O regulador recebe a execução, não uma busca em logs.